quarta-feira, 24 de abril de 2013

Carnaubeira é fonte de renda

Carnaubeira é fonte de renda para produtores
DIÁRIO DO NORDESTE, 02.12.2012
Por sua importância, a carnaúba ganha reconhecimento, inclusive, com um dia em sua homenagem

Jaguaruana. A árvore que resiste à seca é fonte de renda para famílias de agricultores em boa parte do interior do Estado. Ela é de fácil plantio, resistente às mais diferentes condições do solo e clima. Sua colheita não agride o meio ambiente, uma vez que as folhas que são derrubadas nascem na safra seguinte. Aos poucos, a carnaubeira vem retomando destaque na economia de pequenos produtores e artesãos, que retiram dela seu principal meio de sobrevivência.

O Memorial da Carnaúba carrega os traços do costume do povo jaguaribano e aos poucos vem revitalizando sua cadeia produtiva. O objetivo é preservar e incentivar nas comunidades a manutenção da atividade FOTO: ELLEN FREITAS

No Ceará, existem hoje sete polos produtivos da carnaúba. Na região do Vale do Jaguaribe a árvore é cultivada em 15 municípios. Em boa parte dos polos produtivos, ainda é utilizado o método tradicional de derrubada e colheita da palha, o que requer conhecimento e muita mão-de-obra. O "vareiro" é o personagem principal do ciclo produtivo. Ele é o responsável pela derrubada da palha. Com uma vara comprida e uma foice afiada na ponta, o mestre precisa ser habilidoso para que a palha não o machuque, nem aos seus companheiros. O vareiro precisa conhecer a carnaúba para que não prejudique a safra seguinte.

O trabalho é árduo, sol a sol. Ele derruba, em média, 40 palhas por árvore, chegando a cortar cerca de 10 a 12 milheiros de palha por dia, ou seja, 300 carnaubeiras. Após a colheita, o "junteiro" transporta a palha para que ela seja estendida no chão batido para secar ao sol. Ao relento, as palhas são secas de oito a dez dias. A "derriçadeira" é usada para extrair a matéria-prima (pó), que se transforma em cera e é comercializada em várias partes do mundo.

Extrativismo

O extrativismo da cera da carnaúba tinha papel importante para a economia cearense décadas atrás. Na época, o algodão era a principal cultura agrícola do Estado, mas foi na região jaguaribana que a árvore nativa impulsionou o desenvolvimento de algumas cidades. Nas primeiras décadas do século XX, a cera correspondia a 41,3% das exportações cearenses. As cidades de Limoeiro e de Russas, bem como as Vilas de Tabuleiro, Quixeré e São João tiveram grande benefício com os investimentos nos estabelecimentos comerciais, muitos deles oriundos dos lucros da produção cerífera na região.

Segundo o historiador Hider Albuquerque, a indústria fonográfica era grande consumidora do produto nos anos de 1950, período de auge da produção da cera. O município de Russas se destacou nesse período na produção da matéria-prima e foi condecorado com o título de maior cidade exportadora da cera da carnaúba.

Foi a partir da utilização de outras matérias-primas na produção dos vinis que iniciou o declínio da produção. "A utilização do petróleo como matéria-prima de plásticos e derivados foi substituindo a cera de carnaúba, por volta dos anos de 1980 mal se tinha conhecimento da utilização da cera principalmente na produção de discos", explica Hider.

A queda, aos poucos, desvalorizou economicamente o produto, e a cultura basicamente foi restrita aos pequenos produtores. "Dos anos 2000 pra cá, tem havido uma tentativa de revitalização da produção de cera, devido à sua utilização em vários outros produtos", observa o historiador.

Dia estadual

A carnaúba tem recebido, na última década, reconhecimento de sua importância histórica e econômica para o Estado. Em setembro deste ano, a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (AL-CE), aprovou o projeto de Lei Nº 68/12, de autoria do deputado Sérgio Aguiar (PSB), que institui o Dia Estadual da Carnaúba. O decreto Nº 27.413, de 30 de março de 2004, institui a carnaubeira como árvore símbolo do Estado do Ceará.

Aos poucos, a árvore nativa, genuinamente brasileira, que escolheu principalmente o Ceará para crescer, ganha o reconhecimento e o incentivo da comunidade para preservação de sua cultura

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1209796



A CLASSE MÉDIA NO BRASIL


No Brasil, a classe média já representa
um terço da população
13 de novembro de 2012

Aos 52 anos, o pedreiro Jorge Sinésio de Almeida compra as primeiras passagens aéreas: viajar é um dos sonhos da nova classe média brasileira.  
Mariana Ceratti / World Bank

A nova classe média da América Latina
O pedreiro Jorge Sinésio de Almeida, 52 anos, tem más lembranças das viagens de ônibus que fez de São Paulo até a cidade natal, na Paraíba. “É um trajeto de três dias em estradas horríveis. Os passageiros sempre correm o risco de assaltos.”

Atualmente, ele conta os dias para a primeira viagem que fará de avião, em dezembro. “Quero embarcar logo. Vão ser só três horas de viagem”, ele conta. “Acho que não vou ter medo. Todos os meus amigos gostaram.”

Pelo nível de renda, Almeida se enquadra na nova classe média brasileira, segundo um novo relatório do Banco Mundial. O estudo define classe média como a parcela da população que ganha entre US$ 10 e US$ 50 por pessoa (entre R$ 20 e R$ 102) ao dia.  

Explosão do consumo

A classe média representava 15% da população brasileira no começo dos anos 1980 e, agora, soma quase um terço dos 190 milhões de habitantes.

Ela cresceu graças ao bom desempenho econômico do Brasil nos últimos anos, às políticas de redução da pobreza, às novas oportunidades de trabalho para as mulheres e à melhor formação dos trabalhadores.

Entre outros temas, o estudo analisa a explosão do consumo no país, um fenômeno gerado pelo aumento do poder de compra dos brasileiros. Essa é uma tendência que deve se manter nos próximos anos, diz o relatório. “Comprar qualquer coisa – uma TV, um carro – ficou mais fácil porque há mais crédito na praça”, confirma Almeida.

As passagens de avião, por exemplo, estão entre os itens preferidos de quem ascendeu à classe média. Entre julho de 2011 e o mesmo mês em 2012, 9,5 milhões de brasileiros voaram pela primeira vez, segundo o instituto Data Popular, de São Paulo.

O bom momento do consumo, porém, esconde um risco: o de que as famílias brasileiras estejam economizando pouco. A longo prazo, se a economia do país desacelerar, essas pessoas podem tornar-se excessivamente endividadas e vulneráveis, segundo o relatório.


Redução das desigualdades

Desde que as medições de renda familiar começaram a ser divulgadas, nos anos 1970, a América Latina mostra-se uma das regiões mais desiguais do mundo – comparável somente com alguns países na África Subsaariana.

Ao longo da última década, no entanto, a combinação de crescimento econômico sustentado e redução das desigualdades deu origem a uma queda nos níveis de pobreza.

De 2003 a 2009, a classe média cresceu 50% na América Latina. Os brasileiros contribuíram em mais de 40% para o crescimento total da classe média na região, de acordo com o estudo.

“Acho que tanto o Brasil quanto a minha vida estão melhores do que há 26 anos, quando cheguei a São Paulo”, diz Almeida ao terminar de comprar as passagens aéreas. Em poucas palavras, o pedreiro arrisca um palpite sobre o motivo que fez sua vida melhorar desde então: “Eu era pobre, mas nunca deixei de trabalhar.”

Fonte: THE WORLD BANK GROUP (BANCO MUNDIAL)

Previsão climática no Ceará


Previsão climática aponta quadro
desfavorável às precipitações no Ceará

A quadra chuvosa no Ceará está chegando ao seu último mês (maio) e, parcialmente, as chuvas estão 60% abaixo da normal, segundo dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Pelo que indicam os especialistas, a estiagem deve seguir pelos próximos meses em todo o Nordeste. Ontem, 18 de abril, após nova reunião mensal de avaliação climática para a Região, desta vez realizada em Maceió/AL, meteorologistas mantiveram a previsão de maior probabilidade de chuvas abaixo da normal. Além do mês de maio, o novo prognóstico também abrange os meses da pós-estação chuvosa no Estado, junho e julho. 

A reunião contou com técnicos do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE), da Funceme e dos núcleos de meteorologia dos estados no Nordeste. Eles analisaram as condições atmosféricas e oceânicas e apontaram, para o Ceará, probabilidade de 45% para as precipitações ficarem abaixo da normal, 40% para chuvas em torno da normal e 15% de chances de chover uma quantidade acima da normal no período.


“Estamos numa situação de estiagem e, infelizmente, as previsões são de manutenção desse quadro.  Acompanhando a evolução das temperaturas de superfície do Oceano Atlântico tropical, percebemos que as condições permanecem desfavoráveis às precipitações. Da forma que o oceano se encontra, com a parte norte mais aquecida, a Zona de Convergência Intertropical, que é o principal sistema indutor de chuvas no Ceará, está posicionada distante do Estado. Assim, não temos chuvas regulares”, explica Meiry Sakamoto, gerente do Núcleo de Meteorologia da Funceme. Ela ressalta que a irregularidade temporal e espacial das chuvas é uma característica dos anos com precipitações abaixo da normal.

Assim como aconteceu nas reuniões de janeiro, fevereiro e março, no encontro de Maceió também foi considerado o modelo atmosférico global gerado pela Funceme, único núcleo estadual do Brasil a fornecer esse tipo de informação em escala mundial. O novo produto da instituição foi analisado junto aos modelos do INMET e  CPTEC/INPE.

Previsão do Tempo

Desde a última quarta-feira, 17 de abril, a elevada umidade relativa do ar e a influência de uma Zona de Convergência de Umidade sobre o Nordeste do Brasil vem causando chuvas no Ceará. Segundo a Funceme, nesta sexta-feira, 19, foram registradas precipitações em 146 municípios do Estado, sendo os maiores índices em Hidrolândia (80 milímetros), Quiterianópolis (72mm) e Parambu (68mm). Em Fortaleza, choveu 14 milímetros. A previsão do tempo para amanhã é de céu entre nublado e parcialmente nublado, com chuvas em todas as regiões cearenses.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
19 de abril de 2013

Experiências de convivência com o Semiárido

BNDES e FBB visitam experiências
de convivência com o Semiárido
Dez representantes viajaram para a cidade
de Cumaru, no agreste pernambucano
Daniel Lamir - ASACom / Cumaru - PE / 17/04/2013

Visitantes conheceram e dialogaram sobre as experiências | Foto: Ylka Oliveira - ASACom A produção de alimentos, criação de animais e comercialização são atividades rurais que devem permanecer sendo realizadas nos períodos de estiagem. Agricultores familiares que desenvolvem estratégias de convivência com o Semiárido encontram menos dificuldades para ter água para beber, plantar e criar, apesar da escassa ou inexistente presença de chuvas no roçado.

No município pernambucano de Cumaru, representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e Fundação Banco do Brasil (FBB) visitaram, no último dia 12, duas agricultoras que durante os meses sem chuva não perderam de vista o planejamento e a moderação no uso da água. Ana Paula da Silva, do sítio Cabugi, e Joelma Pereira, da comunidade Pedra Branca, abriram as portas de suas propriedades para exemplificar boas iniciativas de viabilidade no Semiárido, mesmo durante os previsíveis ciclos de seca.

Saindo de cidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, o grupo de dez pessoas viajou para o agreste para conhecer a implementação de tecnologias sociais realizadas pela ASA, através dos Programas Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e Um Milhão de Cisternas (P1MC). O consultor da FBB, Jeter Gomes, destacou o desenvolvimento local que acompanha a construção das tecnologias: “As comunidades [beneficiadas] mudam muito. É muito rico. Não é só colocar por colocar a cisterna, há toda uma metodologia para o próprio protagonismo das famílias”.

A primeira reunião dos visitantes aconteceu embaixo de um telhado de 100 m². O local é parte de uma tecnologia social instalada para oferecer água para a produção de alimentos e a criação de animais de Ana Paula. Desde 2010, a anfitriã que mora com três filhos e um irmão, Severino Ramos, possui uma cisterna-telhadão, tecnologia em fase de teste, disseminada pela ONG integrante da ASA, Centro Sabiá, que capta água da chuva para uma cisterna de 52 mil litros. Três anos antes da cisterna-telhadão, Ana Paula conquistou uma cisterna de 16 mil litros para o consumo humano.

A precipitação de apenas 200 mm registrada nos últimos dois anos não esgotou o estoque de água de Ana Paula. “As pessoas ficam admiradas porque eu ainda tenho água. Eu respondo que tenho água porque economizo. Não é porque a gente tem cisternas que a gente não vai economizar”, destaca a agricultora Ana Paula, que, semanalmente, comercializa produtos naturais e beneficiados na Feira de Cumaru.


A segunda parte da visita aconteceu no sistema agroflorestal de Joelma Pereira. Apesar da falta de Joelma Pereira falou sobre sua trajetória agroecológica e as atuais estratégias diante da seca | Foto: Ylka Oliveira - ASACom água da chuva, o local de meio hectare resiste à variação climática com áreas verdes e produtivas. “Quando cheguei aqui só tinha um juazeiro e um umbuzeiro”, lembra Joelma Ferreira, casada há vinte anos com o cisterneiro Roberto Pereira e mãe de três filhos.

A curiosidade de experimentar novas práticas agrícolas e o apoio do Centro Sabiá deram condições de Joelma continuar comercializando, mesmo com a falta de chuvas no local. Hoje, a agricultora agroecológica conseguiu comprar mais hectares e permanece estocando água, sementes e alimentos, além de buscar inovações e novas estratégias para melhorar a qualidade de vida. 

Utilizando uma cisterna para consumo humano e duas para produção de alimentos e criação de animais (cisterna-calçadão e barragem subterrânea), além de um banco de sementes nativas, a família de Joelma consegue produzir “de tudo um pouco”, sendo um exemplo de segurança e soberania alimentar em uma região estigmatizada como improdutiva.

O superintendente da Área de Pecuária de Inclusão Social do BNDES, Marcelo Cardoso, destacou a efetividade das tecnologias e o envolvimento das famílias para o sucesso do P1+2 e P1MC. “As impressões são muito positivas. O BNDES está buscando conhecer melhor as tecnologias sociais que são empregadas com bastante sucesso pela ASA no Semiárido nordestino para que ele possa apoiar e entrar nessa iniciativa”, declarou Cardoso.

Parceria  - Em 2012, a Fundação Banco do Brasil (FBB) firmou uma parceria com a ASA para construção de 60 mil cisternas de placas em oito estados do Semiárido. O projeto está na fase de finalização e vai garantir o direito à água potável e de qualidade a cerca de 300 mil pessoas. Esta ação está situada no Plano de Combate à Extrema Pobreza, lançado pela presidente Dilma Rousseff no início do seu governo. 

Fonte: http://www.asabrasil.org.br/Portal/Informacoes.asp?COD_NOTICIA=7740


IBGE mapeia a população indígena


IBGE mapeia a população indígena

A partir das informações coletadas pelo Censo 2010, o IBGE elaborou um breve conjunto de mapas e tabelas mostrando a distribuição espacial das 896 mil pessoas que se declararam ou se consideraram indígenas e, ainda, enumerando as 305 etnias encontradas pelos recenseadores em 2010. Também foram listadas as mais de duzentas línguas faladas nas terras indígenas. Fruto de uma parceria entre o IBGE e a FUNAI, a publicação “O Brasil Indígena” será distribuída às unidades destes dois órgãos, em todo o país, e também estará disponível na internet. Os mapas e tabelas da publicação mostram, por exemplo, que 36,2% das pessoas que se declararam indígenas viviam nas cidades e os outros 63,8%, em áreas rurais. Dentre estes últimos, 517 mil (ou 57,7% do total) moravam em terras oficialmente reconhecidas como indígenas.

Fonte: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2360

SEMINÁRIO SOBRE A CAATINGA

 SEMINÁRIO BIODIVERSIDADE DA CAATINGA

Em comemoração ao Dia Nacional da Caatinga (28 de Abril), a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, realizará o Seminário sobre estratégias de divulgação e implementação de experiências bem sucedidas de uso sustentável da biodiversidade da Caatinga, nos dias 25 e 26 de abril, em Brasília-DF, no auditório do Ministério do Meio Ambiente. Entre os especialistas convidados, Rodrigo Castro, secretario executivo da A Caatinga, falará sobre o trabalho de miliponicultura realizado pela Associação Caatinga no município de Crateús, como experiência bem sucedida de manejo não-madeirado na Caatinga.
O objetivo do seminário é, por meio dos relatos e das discussões do evento, contribuir para uma estratégia de divulgação destas experiências e para a construção de políticas públicas que promovam sua adoção ou adaptação em larga escala.

Fonte: http://www.acaatinga.org.br/index.php/2013/associacao-apresenta-resultados-em-seminario-que-comemora-o-dia-da-caatinga/


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Perspectivas para a Caatinga

Evento abordará biodiversidade da Caatinga
Seminário apresentará as experiências bem sucedidas de uso sustentável no bioma que abrange parte do Nordeste e do norte de Minas Gerais
LUCIENE DE ASSIS

É possível alcançar a sustentabilidade e ainda gerar renda a partir do uso sustentável da biodiversidade da Caatinga, apesar dos problemas gerados pelos processos de desertificação, secas e mudanças climáticas. Esses são alguns dos temas da pauta do “Seminário sobre estratégias de divulgação e implementação de experiências bem sucedidas de uso sustentável da biodiversidade da Caatinga”, previsto para os dias 25 e 26 de abril, em Brasília, no auditório do Ministério do Meio Ambiente (MMA), na 505 Norte, em comemoração ao dia da Caatinga, celebrado no domingo, 28 de abril.

Especialistas em uso sustentável da Caatinga para diversos fins, como pecuária, produtos madeireiros e não madeireiros, criação de abelhas nativas, dentre outros, participam do evento apresentando suas experiências. Representantes de assentamentos e de comunidades produtoras vão mostrar que é possível a convivência do homem com o bioma, extraindo dele suas potencialidades sem destruí-lo. 

EXPERIÊNCIAS

Na abertura do Seminário estarão presentes, entre outros estudiosos do assunto, o chefe de Gabinete da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), Fernando Tatagiba; o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do MMA, Francisco Campello; e o gerente substituto de Conservação da Biodiversidade da SBF, João Arthur Seyffarth. Na sexta-feira, o secretário da SBF/MMA, Roberto Brandão Cavalcanti, abre os debates com o tema “As estratégias para a conservação e uso sustentável dos biomas brasileiros”.

O objetivo do seminário é contribuir para uma estratégia de divulgação dessas experiências e para a construção de políticas públicas que promovam sua adoção ou adaptação em larga escala, por meio dos relatos e das discussões do evento, a partir dos relatos e das discussões do geradas durante o evento. 

Na manhã da quinta-feira, 25/4, a Câmara dos Deputados realiza audiência pública destinada a debater a utilização do bioma, em comemoração ao dia da Caatinga, considerado um bioma genuinamente brasileiro, abrangendo parte do Nordeste e do norte de Minas Gerais. O secretário da SBF, Roberto Cavalcanti, e o diretor do Departamento de Desertificação do MMA, Francisco Campello, participam da reunião como representantes da ministra Izabella Teixeira.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente